Na semana em que são divulgados os rankings das escolas, é natural que se fale de resultados, classificações e posições nas tabelas nacionais. São indicadores importantes, que merecem ser analisados com rigor e que permitem reconhecer o trabalho desenvolvido por alunos e professores. Mas são também uma oportunidade para refletirmos sobre uma questão mais profunda: o que significa, afinal, educar bem?
Os bons resultados não acontecem por acaso. Exigem trabalho, disciplina, persistência e expectativas elevadas. Mas seria um erro pensar que a qualidade de uma escola se mede exclusivamente pelas classificações dos seus alunos. Uma escola tem de ser exigente, sem dúvida. Mas tem também de saber cuidar.
Há quem pense que uma escola tem de escolher entre ser exigente e ser acolhedora, como se a exigência e o cuidado fossem duas realidades difíceis de conciliar. Não partilho dessa visão. Ao longo dos anos, como professor e diretor pedagógico, fui aprendendo que uma boa educação precisa das duas coisas e que uma não faz verdadeiramente sentido sem a outra.
Exigir é acreditar que cada aluno pode ir mais longe. É estabelecer expectativas elevadas, desafiar, corrigir e não desistir perante as primeiras dificuldades. É recusar a ideia de que, perante um obstáculo, a melhor resposta é baixar a fasquia. Mas essa exigência só tem verdadeiro valor quando é acompanhada da atenção necessária para compreender cada criança ou jovem, reconhecer as suas capacidades e perceber de que apoio precisa para progredir.
Cuidar, por sua vez, não significa facilitar, evitar a frustração ou proteger os alunos de todas as dificuldades. Significa estar presente, orientar, dar confiança e ajudá-los a encontrar recursos para enfrentar os desafios. Por vezes, cuidar é dar uma segunda oportunidade. Outras vezes, é manter um limite ou insistir quando seria mais fácil ceder. Porque educar também é ensinar a lidar com o erro, a superar dificuldades e a assumir responsabilidades.
Este equilíbrio não se constrói apenas na escola. Também em casa se aprende que o afeto e a exigência podem, e devem, caminhar juntos. Uma tarefa adequada à idade, uma regra explicada com serenidade, a responsabilidade de cumprir um compromisso ou o reconhecimento de um esforço são pequenos gestos que ajudam as crianças a crescer. Dizem-lhes, ao mesmo tempo, que confiamos nas suas capacidades e que estaremos presentes para as apoiar.
Na escola, como na família, nem todas as crianças precisam do mesmo em cada momento. Algumas necessitam de ser mais desafiadas, outras de recuperar a confiança, outras ainda de encontrar limites mais claros. Conhecer cada uma é essencial para perceber quando devemos incentivar, quando precisamos de acompanhar mais de perto e quando é importante deixar que aprenda a fazer por si.
É também por isso que os resultados escolares devem ser interpretados com equilíbrio. Uma boa classificação merece reconhecimento, mas não nos dispensa de olhar para os alunos que sentiram maiores dificuldades. Da mesma forma, um resultado menos conseguido não pode apagar o progresso de quem trabalhou, perseverou e conseguiu superar obstáculos que, para outros, talvez fossem pequenos. A exigência de uma escola revela-se tanto na ambição dos objetivos que estabelece como na determinação com que procura ajudar cada aluno a alcançá-los.
Nas escolas da MB Education, é este equilíbrio que procuramos construir todos os dias, em parceria com as famílias. Queremos escolas onde se aprenda muito e bem, onde o conhecimento seja valorizado, onde o esforço tenha significado e onde cada aluno encontre adultos que acreditam nas suas capacidades. Sabemos que nem sempre é fácil e que educar exige tempo, coerência e diálogo. Sabemos também que há sempre aspetos a melhorar.
Os rankings podem mostrar-nos uma parte dos resultados do nosso trabalho. Não conseguem, porém, medir tudo aquilo que verdadeiramente importa numa educação: a confiança que uma criança recuperou, a responsabilidade que um jovem aprendeu a assumir, a dificuldade que alguém conseguiu ultrapassar ou o carácter que se vai formando nas escolhas de todos os dias.
Queremos bons resultados, naturalmente. Trabalhamos para os alcançar e temos razões para nos orgulharmos quando acontecem. Mas a nossa ambição educativa não termina aí. Queremos preparar os nossos alunos para enfrentar dificuldades, fazer escolhas conscientes, assumir responsabilidades e contribuir positivamente para a sociedade.
Porque exigir e cuidar não são duas formas diferentes de educar. São duas dimensões inseparáveis da mesma responsabilidade: ajudar cada criança e cada jovem a tornar-se na melhor versão de si próprio.
Fernando Fidalgo · Diretor Pedagógico Nacional da MB Education
Diz-se que educar vem do latim educere, que significa conduzir para fora. Pode ser uma coincidência feliz, mas em novembro, com o S. Martinho a 11, é difícil não a levar à letra. Que melhor altura para sair da sala do que quando o chão cheira a folhas molhadas e o vento obriga a apertar o casaco?
Lá fora, a aprendizagem acontece sem que ninguém a anuncie. Uma criança que equilibra um pé num tronco molhado está a calcular o risco. Outra, que descasca uma castanha ainda quente, aprende paciência, temperatura e matéria ao mesmo tempo. A lama ensina que nem tudo se resolve à primeira e que sujar as mãos faz parte do processo. Como guia Montessori, habituei-me a confiar nisto: a criança aprende com o corpo inteiro, e o corpo inteiro precisa de ar livre.
Na creche, estas experiências começam pelo mais elementar: sentir. A lama pode ser rugosa, pegajosa ou escorregadia; a água, fria ou morna, líquida e em movimento. Apertar a terra, afundar as mãos, caminhar sobre superfícies diferentes ou sentir o chão ceder sob os pés são experiências que ajudam os bebés e as crianças pequenas a construir referências sobre o mundo e sobre o próprio corpo. Encher e esvaziar recipientes, observar a água a transbordar, deixar cair uma pedra numa poça ou descobrir que alguns objetos flutuam enquanto outros afundam são pequenas explorações de quantidade, capacidade, gravidade e causa-efeito. O corpo recebe informação, ajusta o gesto e aprende. Não é preciso uma ficha de atividades para que a aprendizagem aconteça.
No pré-escolar, a curiosidade ganha novas perguntas. Porque é que algumas folhas ficam à superfície da água e outras vão ao fundo? Para onde corre a água quando chove? Que marcas deixam as nossas botas na lama? O que muda numa castanha antes e depois de a abrirmos? A criança começa a comparar, antecipar resultados, experimentar possibilidades e partilhar descobertas. Ao brincar com outras crianças, negoceia regras, espera pela sua vez, resolve pequenos conflitos e aprende a olhar para o que o outro descobriu. O exterior oferece um cenário inesgotável para desenvolver a linguagem, a autonomia, a imaginação e a capacidade de cooperar.
No primeiro ciclo, o mesmo cenário pode tornar-se um verdadeiro campo de investigação. Podemos observar uma poça ao longo de vários dias, registar o seu tamanho e procurar perceber porque diminui; comparar a absorção de água em diferentes tipos de solo; investigar que materiais deixam passar a água ou construir pequenos percursos para perceber como ela se desloca. Podemos recolher folhas, classificá-las segundo critérios escolhidos pelo grupo, medir troncos, estimar distâncias ou estudar a relação entre a chuva, o vento e as alterações da paisagem. Surgem oportunidades para formular hipóteses, recolher dados, registar observações, confrontar resultados e rever ideias. A matemática, as ciências, a língua e o pensamento crítico deixam de estar confinados às páginas de um manual: ajudam a interpretar aquilo que acontece à nossa volta.
Em todas estas etapas, há algo que importa não esquecer: a experiência precede muitas vezes a explicação. Sentir a água a salpicar, perceber a resistência da lama ou recuperar o equilíbrio depois de escorregar são experiências que alimentam a consciência corporal, a coordenação motora e a capacidade de ajustar movimentos. Explorar, persistir, lidar com a incerteza e descobrir soluções também contribui para a autonomia, a confiança e a autorregulação. O desenvolvimento humano não acontece por partes isoladas. Corpo, pensamento, emoções e relações crescem em permanente ligação, e o ambiente exterior oferece oportunidades particularmente ricas para esse crescimento.
E o frio? E a chuva? Todo o problema tem pelo menos uma solução: roupa por camadas, botas impermeáveis, uma muda na mochila. Naturalmente, há condições meteorológicas que exigem prudência e situações em que é necessário adaptar ou adiar uma saída. Mas o tempo menos convidativo raramente precisa de ser, por si só, um obstáculo. Muitas vezes, o desafio está na nossa vontade de ficar a salvo de tudo aquilo que, com os devidos cuidados, também nos ajuda a crescer.
E, claro, esta importância não termina na infância. Ao longo da vida, o contacto com a natureza pode continuar a oferecer movimento, estímulos sensoriais, momentos de atenção, descoberta e ligação aos outros. Precisamos de ambientes que nos convidem a sair da rotina, a observar com tempo e a participar no mundo para lá dos ecrãs e dos espaços fechados.
Fica o convite para este fim de semana: um passeio sem destino e sem pressa, a apanhar castanhas e folhas, a ouvir o que o vento tem para dizer. Deixemos que as crianças saltem nas poças, caminhem sobre a lama, façam perguntas e procurem respostas. E deixemos também espaço para a nossa própria curiosidade. Quem sabe se, de regresso a casa, com os sapatos sujos, não ouvimos aquele «Ah! Entendi» que tanto nos faz sorrir.
Inês Villas-Boas Martins · Diretora Pedagógica, Oceanus International School

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Há palavras pequenas que fazem um grande trabalho. «Bom dia», «com licença», «por favor», «obrigado/a»… Demoram menos de dois segundos a dizer e mudam o ambiente de uma sala inteira. Quem já entrou numa sala onde ninguém levantou os olhos sabe a diferença.
As boas maneiras não são um verniz nem regras de um museu. São a forma mais simples de dizer ao outro: «Reparei em ti, tu importas!»
Na Escola do Ser é isto que procuramos formar. O respeito e a empatia começam num cumprimento e chegam, mais tarde, a tudo o resto.
Rubem Alves, nas suas reflexões sobre a educação, convida-nos a olhar para o ato de ensinar como uma forma de despertar a sensibilidade e a capacidade de ver o mundo com outros olhos. Talvez seja também isso que acontece quando ensinamos uma criança a dizer «bom dia»: não estamos apenas a ensinar uma palavra, estamos a ajudá-la a reconhecer a presença do outro.
Na história de O Principezinho, de Antoine de Saint-Exupéry, descobrimos que os laços se constroem com tempo, atenção e cuidado. Também as relações do dia a dia se constroem assim: num olhar atento, numa palavra gentil, num «bom dia» que não passa despercebido. Porque, tantas vezes, é nos gestos mais simples que mostramos o lugar que o outro ocupa na nossa vida.
Como mãe de um menino, sei que ninguém aprende isto com «sermões». Aprende-se a ver os adultos fazerem. Se o cumprimento ao porteiro, ao motorista ou à avó for sincero, a criança imita sem que ninguém lhe peça. Se for dito a correr e de olhos no telemóvel, também imita. Funciona nos dois sentidos. É essencial lembrarmo-nos disso à porta do colégio, de manhã, à tarde, à noite…
Educar para a cortesia é ensinar que cada pessoa merece atenção, independentemente do lugar que ocupa ou daquilo que nos pode oferecer. É mostrar às crianças que a gentileza não nos torna menores: torna-nos mais humanos, mais felizes. É ensiná-las a acolher, a respeitar as diferenças e a compreender que todos temos o poder de tornar o dia de alguém um pouco melhor.
O desafio desta semana é simples: «cumprimentar primeiro». Em casa, na escola, na rua… Levantar os olhos, oferecer um sorriso e dizer «bom dia» com verdade.
A cortesia é contagiosa, e há contágios que valem a pena espalhar.
Talvez seja esta uma das lições mais bonitas que podemos deixar às nossas crianças: aprender a olhar para cada pessoa como alguém que merece ser visto, ouvido e cuidado. Afinal, o essencial não está apenas no que dizemos, mas na atenção e no cuidado que colocamos na forma como nos relacionamos com os outros.
Que nunca nos faltem palavras pequenas para demonstrar o que realmente importa.
Fiquem bem e façam acontecer!
VoleibolSáb. 31 out. e dom. 1 nov.
FutebolSáb. 31 out.
Terça-feira, 3 de novembro
18h00
Auditório do Polo de Dume
Sexta-feira, 6 de novembro
3.º ciclo: 19h00 às 20h30
Secundário: 21h00 às 22h30
Auditório do Colégio João Paulo II, Polo de Dume
Sábado, 7 de novembro
2.º ciclo: 9h00 às 10h30
1.º ano: 11h00 às 12h30
2.º ano: 14h00 às 15h30
3.º ano: 16h00 às 17h30
4.º ano: 18h00 às 19h30
Auditório do Colégio João Paulo II, Polo de Dume
Com o outono, os dias encurtam e o tempo ao ar livre diminui. Pequenos hábitos em família mantêm o contacto com a natureza, com benefícios para a atenção, o equilíbrio emocional e o desenvolvimento motor.
Os mais pequenos aprendem com o corpo todo. Tocar na terra, sentir o vento e chapinhar numa poça desenvolvem os sentidos, o equilíbrio e a confiança nos próprios movimentos. Deixe-o explorar ao seu ritmo, com roupa que se pode sujar.
Faça do passeio uma descoberta: apanhar castanhas, comparar folhas, ouvir os pássaros. Dar nome ao que encontram enriquece o vocabulário, e a brincadeira livre ao ar livre estimula a imaginação e a cooperação.
Lance-lhe pequenos desafios, como subir a um tronco baixo, construir uma cabana com ramos ou desenhar o que observou. Um risco moderado e acompanhado ajuda a criança a conhecer os seus limites e a ganhar autonomia, e o tempo na natureza melhora a concentração na sala de aula.
Proponha um passeio com missão: seguir um trilho, identificar árvores e aves, orientar-se com um mapa. Explorar ao ar livre com alguma autonomia melhora a concentração e ensina a lidar com a frustração e com o imprevisto.
Peça-lhe que planeie uma saída em família: escolher o percurso, ver a previsão do tempo, preparar a mochila. Assumir essa responsabilidade reforça a autonomia e a confiança, numa idade em que o ecrã tende a ocupar o tempo que antes se passava lá fora.
Em semana de testes, uma caminhada ao ar livre é uma pausa que rende. O tempo na natureza reduz o stress e ajuda a recuperar a atenção depois do estudo. Convide-o a caminhar consigo, sem ecrãs, e aproveite para conversar.
Semana de 2 a 6 de novembro de 2026
| Dia | Sopa | Prato | Dieta | Sobremesa |
|---|---|---|---|---|
| Segunda | Sopa de brócolos (brócolos, cenoura, abóbora, batata, cebola e azeite) | Rolo de carne de peru com arroz1,6,12 | Bife de frango/peru | Pera |
| Terça | Sopa de alho-francês (alho-francês, cenoura, batata, cebola e azeite) | Bolonhesa de atum1,4,6,10 | Filetes de pescada4 | Gelatina ou fruta da época |
| Quarta | Sopa de grão-de-bico (grão-de-bico, cenoura, cebola e azeite) | Rojões à portuguesa (rojões de porco com batata aos cubos no forno) | Bife de peru/frango | Maçã golden |
| Quinta | Creme de cenoura (cenoura, abóbora, batata, cebola e azeite) | Bolinhos de bacalhau no forno com salada camponesa1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,14 | Filetes de pescada1,4,6,10 | Laranja |
| Sexta | Creme de couve branca (couve, cenoura, batata, cebola e azeite) | Arroz de pato gratinado no forno com queijo7 | Bife de frango/peru | Fruta da época |
| Dia | Sopa | Prato | Opção | Dieta | Sobremesa |
|---|---|---|---|---|---|
| Segunda | Sopa de brócolos (brócolos, cenoura, abóbora, batata, cebola e azeite) | Rolo de carne de peru com arroz1,6,12 | Posta de pescada assada com batata e macedónia4 | Bife de frango/peru | Pera |
| Terça | Sopa de alho-francês (alho-francês, cenoura, batata, cebola e azeite) | Bolonhesa de atum1,3,4 | Feijoada de carnes com legumes | Filetes de pescada4 | Gelatina ou fruta da época |
| Quarta | Sopa de grão-de-bico (grão-de-bico, cenoura, cebola e azeite) | Rojões à portuguesa (rojões de porco com batata aos cubos no forno)4,8,12,13 | Fogonero estufado com puré misto4,7,12 | Bife de peru/frango | Maçã golden |
| Quinta | Creme de cenoura (cenoura, abóbora, batata, cebola e azeite) | Bolinhos de bacalhau no forno com salada camponesa1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,14 | Tirinhas de alcatra estufadas com cogumelos e massa fusilli tricolor1,3,6,10 | Filetes de pescada1,4,6,10 | Laranja |
| Sexta | Creme de couve branca (couve, cenoura, batata, cebola e azeite) | Arroz de pato gratinado no forno com queijo7 | Filete de tilápia envolto em farinha amarela no forno com arroz de tomate1,4 | Bife de frango/peru | Banana |
| Dia | Sopa | Prato | Sobremesa |
|---|---|---|---|
| Segunda | Sopa de brócolos (brócolos, cenoura, abóbora, batata, cebola e azeite) | Bife de peru grelhado com arroz | Pera |
| Terça | Sopa de alho-francês (alho-francês, cenoura, batata, cebola e azeite) | Bolonhesa (massa sem glúten) de atum4,6 | Gelatina ou fruta da época |
| Quarta | Sopa de grão-de-bico (grão-de-bico, cenoura, cebola e azeite) | Rojões à portuguesa (rojões de porco com batata aos cubos no forno)4,8,13 | Maçã golden |
| Quinta | Creme de cenoura (cenoura, abóbora, batata, cebola e azeite) | Pescada assada com salada camponesa4 | Laranja/clementina |
| Sexta | Creme de couve branca (couve, cenoura, batata, cebola e azeite) | Arroz de pato gratinado no forno com queijo7 | Fruta da época |
| Dia | Sopa berçário | Sopa | Prato | Sobremesa |
|---|---|---|---|---|
| Segunda | Sopa de brócolos com frango | Sopa de brócolos | Tirinhas de frango estufadas com arroz branco | Maçã golden |
| Terça | Sopa de cenoura com solha4 | Sopa de cenoura | Filetes de solha assados ao natural com batata cozida4 | Banana |
| Quarta | Sopa de curgete com carne de vaca | Sopa de curgete | Carne de vaca picada com arroz e cenoura | Pera |
| Quinta | Sopa de feijão branco com pescada4 | Sopa de feijão branco | Filetes de pescada assados lascados com massa cotovelinhos1,4,6,10 | Laranja |
| Sexta | Sopa de alho-francês com frango | Sopa de alho-francês | Arroz com frango desfiado e cenoura | Maçã starking |
| Dia | Sopa | Prato | Dieta | Sobremesa |
|---|---|---|---|---|
| Segunda | Sopa de brócolos | Tirinhas de frango estufadas com cenoura raspada e arroz | Bife de frango grelhado ao natural com arroz | Maçã golden |
| Terça | Sopa de cenoura | Filetes de solha assados no forno com batata assada4 | Filetes de solha assados ao natural com batata cozida4 | Banana |
| Quarta | Sopa de penca | Chili de carne de vaca com feijão vermelho e arroz | Carne de vaca aos cubos estufada ao natural com arroz branco | Pera |
| Quinta | Sopa de feijão branco | Filetes de pescada assados com massa cotovelinhos1,4,6,10 | Posta de pescada cozida com massa cotovelinhos1,4,6,10 | Maçã starking |
| Sexta | Sopa de alho-francês | Coxa de frango corada com arroz de cenoura | Coxa de frango estufada ao natural com macarronete1,6,10 | Laranja |
| Dia | Sopa | Prato | Sobremesa |
|---|---|---|---|
| Segunda | Sopa de brócolos | Tirinhas de frango estufadas com cenoura e arroz | Maçã golden |
| Terça | Sopa de cenoura | Filetes de solha assados no forno com batata assada4 | Banana |
| Quarta | Sopa de penca | Chili de carne de vaca com feijão vermelho e arroz | Pera |
| Quinta | Sopa de feijão branco | Filetes de pescada assados com massa sem glúten4,6,13 | Maçã starking |
| Sexta | Sopa de alho-francês | Coxa de frango corada com arroz de cenoura | Laranja |
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