Há quem pense que uma escola tem de escolher entre ser exigente e ser acolhedora, como se a exigência e o cuidado fossem duas realidades difíceis de conciliar. Não partilho dessa visão. Ao longo dos anos, como professor e diretor pedagógico, fui aprendendo que uma boa educação precisa das duas coisas e que uma não faz verdadeiramente sentido sem a outra.
Exigir é acreditar que cada aluno pode ir mais longe. É estabelecer expectativas elevadas, desafiar, corrigir e não desistir perante as primeiras dificuldades. Mas essa exigência só tem verdadeiro valor quando é acompanhada da atenção necessária para compreender cada criança ou jovem, reconhecer as suas capacidades e perceber de que apoio precisa para progredir.
Cuidar não significa facilitar, evitar a frustração ou proteger os alunos de todas as dificuldades. Significa estar presente, orientar, dar confiança e ajudá-los a encontrar recursos para enfrentar os desafios. Por vezes, cuidar é dar uma segunda oportunidade. Outras vezes, é manter um limite ou insistir quando seria mais fácil ceder. Porque educar também é ensinar a lidar com o erro, a perseverar e a assumir responsabilidades.
Este equilíbrio não se constrói apenas na escola. Também em casa se aprende que o afeto e a exigência podem, e devem, caminhar juntos. Uma tarefa adequada à idade, uma regra explicada com serenidade, a responsabilidade de cumprir um compromisso ou o reconhecimento de um esforço são pequenos gestos que ajudam as crianças a crescer. Dizem-lhes, ao mesmo tempo, que confiamos nas suas capacidades e que estaremos presentes para as apoiar.
Na escola, como na família, nem todas as crianças precisam do mesmo em cada momento. Algumas necessitam de ser mais desafiadas, outras de recuperar a confiança, outras ainda de encontrar limites mais claros. Conhecer cada uma é essencial para perceber quando devemos incentivar, quando precisamos de acompanhar mais de perto e quando é importante deixar que aprenda a fazer por si.
Nas nossas escolas, é este equilíbrio que procuramos construir todos os dias, em parceria com as famílias. Sabemos que nem sempre é fácil e que educar exige tempo, coerência e diálogo. Mas acreditamos que o nosso papel não é apenas ajudar os alunos a alcançar bons resultados. É também prepará-los para enfrentar dificuldades, fazer escolhas, assumir responsabilidades e crescer como pessoas.
Porque exigir e cuidar não são duas formas diferentes de educar. São duas dimensões inseparáveis da mesma responsabilidade: ajudar cada criança e cada jovem a tornar-se na melhor versão de si próprio.
Fernando Fidalgo · Diretor Pedagógico Nacional da MB Education
Diz-se que educar vem do latim educere, que significa conduzir para fora. Pode ser uma coincidência feliz, mas em novembro, com o S. Martinho a 11, é difícil não a levar à letra. Que melhor altura para sair da sala do que quando o chão cheira a folhas molhadas e o vento obriga a apertar o casaco?
Lá fora, a aprendizagem acontece sem que ninguém a anuncie. Uma criança que equilibra um pé num tronco molhado está a calcular o risco. Outra, que descasca uma castanha ainda quente, aprende paciência, temperatura e matéria ao mesmo tempo. A lama ensina que nem tudo se resolve à primeira e que sujar as mãos faz parte do processo. Como guia Montessori, habituei-me a confiar nisto: a criança aprende com o corpo inteiro, e o corpo inteiro precisa de ar livre.
Na creche, estas experiências começam pelo mais elementar: sentir. A lama pode ser rugosa, pegajosa ou escorregadia; a água, fria ou morna, líquida e em movimento. Apertar a terra, afundar as mãos, caminhar sobre superfícies diferentes ou sentir o chão ceder sob os pés são experiências que ajudam os bebés e as crianças pequenas a construir referências sobre o mundo e sobre o próprio corpo. Encher e esvaziar recipientes, observar a água a transbordar, deixar cair uma pedra numa poça ou descobrir que alguns objetos flutuam enquanto outros afundam são pequenas explorações de quantidade, capacidade, gravidade e causa-efeito. O corpo recebe informação, ajusta o gesto e aprende. Não é preciso uma ficha de atividades para que a aprendizagem aconteça.
No pré-escolar, a curiosidade ganha novas perguntas. Porque é que algumas folhas ficam à superfície da água e outras vão ao fundo? Para onde corre a água quando chove? Que marcas deixam as nossas botas na lama? O que muda numa castanha antes e depois de a abrirmos? A criança começa a comparar, antecipar resultados, experimentar possibilidades e partilhar descobertas. Ao brincar com outras crianças, negoceia regras, espera pela sua vez, resolve pequenos conflitos e aprende a olhar para o que o outro descobriu. O exterior oferece um cenário inesgotável para desenvolver a linguagem, a autonomia, a imaginação e a capacidade de cooperar.
No primeiro ciclo, o mesmo cenário pode tornar-se um verdadeiro campo de investigação. Podemos observar uma poça ao longo de vários dias, registar o seu tamanho e procurar perceber porque diminui; comparar a absorção de água em diferentes tipos de solo; investigar que materiais deixam passar a água ou construir pequenos percursos para perceber como ela se desloca. Podemos recolher folhas, classificá-las segundo critérios escolhidos pelo grupo, medir troncos, estimar distâncias ou estudar a relação entre a chuva, o vento e as alterações da paisagem. Surgem oportunidades para formular hipóteses, recolher dados, registar observações, confrontar resultados e rever ideias. A matemática, as ciências, a língua e o pensamento crítico deixam de estar confinados às páginas de um manual: ajudam a interpretar aquilo que acontece à nossa volta.
Em todas estas etapas, há algo que importa não esquecer: a experiência precede muitas vezes a explicação. Sentir a água a salpicar, perceber a resistência da lama ou recuperar o equilíbrio depois de escorregar são experiências que alimentam a consciência corporal, a coordenação motora e a capacidade de ajustar movimentos. Explorar, persistir, lidar com a incerteza e descobrir soluções também contribui para a autonomia, a confiança e a autorregulação. O desenvolvimento humano não acontece por partes isoladas. Corpo, pensamento, emoções e relações crescem em permanente ligação, e o ambiente exterior oferece oportunidades particularmente ricas para esse crescimento.
E o frio? E a chuva? Todo o problema tem pelo menos uma solução: roupa por camadas, botas impermeáveis, uma muda na mochila. Naturalmente, há condições meteorológicas que exigem prudência e situações em que é necessário adaptar ou adiar uma saída. Mas o tempo menos convidativo raramente precisa de ser, por si só, um obstáculo. Muitas vezes, o desafio está na nossa vontade de ficar a salvo de tudo aquilo que, com os devidos cuidados, também nos ajuda a crescer.
E, claro, esta importância não termina na infância. Ao longo da vida, o contacto com a natureza pode continuar a oferecer movimento, estímulos sensoriais, momentos de atenção, descoberta e ligação aos outros. Precisamos de ambientes que nos convidem a sair da rotina, a observar com tempo e a participar no mundo para lá dos ecrãs e dos espaços fechados.
Fica o convite para este fim de semana: um passeio sem destino e sem pressa, a apanhar castanhas e folhas, a ouvir o que o vento tem para dizer. Deixemos que as crianças saltem nas poças, caminhem sobre a lama, façam perguntas e procurem respostas. E deixemos também espaço para a nossa própria curiosidade. Quem sabe se, de regresso a casa, com os sapatos sujos, não ouvimos aquele «Ah! Entendi» que tanto nos faz sorrir.
Inês Villas-Boas Martins · Diretora Pedagógica, Oceanus International School

Fomos saber mais sobre…
Formar quem formaCentro de Formação · Conversa com o Dr. António José Sarmento · Ler a entrevista →
Fomos saber mais sobre…
Pão por Deus: tradição portuguesaPré-escolar · Conversa com as educadoras das salas dos 3 anos · Ler a entrevista →

Há palavras pequenas que fazem um grande trabalho. «Bom dia», «com licença», «por favor», «obrigado/a»… Demoram menos de dois segundos a dizer e mudam o ambiente de uma sala inteira. Quem já entrou numa sala onde ninguém levantou os olhos sabe a diferença.
As boas maneiras não são um verniz nem regras de um museu. São a forma mais simples de dizer ao outro: «Reparei em ti, tu importas!»
Na Escola do Ser é isto que procuramos formar. O respeito e a empatia começam num cumprimento e chegam, mais tarde, a tudo o resto.
Rubem Alves, nas suas reflexões sobre a educação, convida-nos a olhar para o ato de ensinar como uma forma de despertar a sensibilidade e a capacidade de ver o mundo com outros olhos. Talvez seja também isso que acontece quando ensinamos uma criança a dizer «bom dia»: não estamos apenas a ensinar uma palavra, estamos a ajudá-la a reconhecer a presença do outro.
Na história de O Principezinho, de Antoine de Saint-Exupéry, descobrimos que os laços se constroem com tempo, atenção e cuidado. Também as relações do dia a dia se constroem assim: num olhar atento, numa palavra gentil, num «bom dia» que não passa despercebido. Porque, tantas vezes, é nos gestos mais simples que mostramos o lugar que o outro ocupa na nossa vida.
Como mãe de um menino, sei que ninguém aprende isto com «sermões». Aprende-se a ver os adultos fazerem. Se o cumprimento ao porteiro, ao motorista ou à avó for sincero, a criança imita sem que ninguém lhe peça. Se for dito a correr e de olhos no telemóvel, também imita. Funciona nos dois sentidos. É essencial lembrarmo-nos disso à porta do colégio, de manhã, à tarde, à noite…
Educar para a cortesia é ensinar que cada pessoa merece atenção, independentemente do lugar que ocupa ou daquilo que nos pode oferecer. É mostrar às crianças que a gentileza não nos torna menores: torna-nos mais humanos, mais felizes. É ensiná-las a acolher, a respeitar as diferenças e a compreender que todos temos o poder de tornar o dia de alguém um pouco melhor.
O desafio desta semana é simples: «cumprimentar primeiro». Em casa, na escola, na rua… Levantar os olhos, oferecer um sorriso e dizer «bom dia» com verdade.
A cortesia é contagiosa, e há contágios que valem a pena espalhar.
Talvez seja esta uma das lições mais bonitas que podemos deixar às nossas crianças: aprender a olhar para cada pessoa como alguém que merece ser visto, ouvido e cuidado. Afinal, o essencial não está apenas no que dizemos, mas na atenção e no cuidado que colocamos na forma como nos relacionamos com os outros.
Que nunca nos faltem palavras pequenas para demonstrar o que realmente importa.
Fiquem bem e façam acontecer!
VoleibolSáb. 31 out. e dom. 1 nov.
FutebolSáb. 31 out.
Terça-feira, 3 de novembro
18h00
Auditório do Polo de Dume
Sexta-feira, 6 de novembro
3.º ciclo: 19h00 às 20h30
Secundário: 21h00 às 22h30
Auditório do Colégio João Paulo II, Polo de Dume
Sábado, 7 de novembro
2.º ciclo: 9h00 às 10h30
1.º ano: 11h00 às 12h30
2.º ano: 14h00 às 15h30
3.º ano: 16h00 às 17h30
4.º ano: 18h00 às 19h30
Auditório do Colégio João Paulo II, Polo de Dume
Com o outono, os dias encurtam e o tempo ao ar livre diminui. Pequenos hábitos em família mantêm o contacto com a natureza, com benefícios para a atenção, o equilíbrio emocional e o desenvolvimento motor.
Os mais pequenos aprendem com o corpo todo. Tocar na terra, sentir o vento e chapinhar numa poça desenvolvem os sentidos, o equilíbrio e a confiança nos próprios movimentos. Deixe-o explorar ao seu ritmo, com roupa que se pode sujar.
Faça do passeio uma descoberta: apanhar castanhas, comparar folhas, ouvir os pássaros. Dar nome ao que encontram enriquece o vocabulário, e a brincadeira livre ao ar livre estimula a imaginação e a cooperação.
Lance-lhe pequenos desafios, como subir a um tronco baixo, construir uma cabana com ramos ou desenhar o que observou. Um risco moderado e acompanhado ajuda a criança a conhecer os seus limites e a ganhar autonomia, e o tempo na natureza melhora a concentração na sala de aula.
Proponha um passeio com missão: seguir um trilho, identificar árvores e aves, orientar-se com um mapa. Explorar ao ar livre com alguma autonomia melhora a concentração e ensina a lidar com a frustração e com o imprevisto.
Peça-lhe que planeie uma saída em família: escolher o percurso, ver a previsão do tempo, preparar a mochila. Assumir essa responsabilidade reforça a autonomia e a confiança, numa idade em que o ecrã tende a ocupar o tempo que antes se passava lá fora.
Em semana de testes, uma caminhada ao ar livre é uma pausa que rende. O tempo na natureza reduz o stress e ajuda a recuperar a atenção depois do estudo. Convide-o a caminhar consigo, sem ecrãs, e aproveite para conversar.
Semana de 2 a 6 de novembro de 2026
| Dia | Sopa | Prato | Dieta | Sobremesa |
|---|---|---|---|---|
| Segunda | Sopa de brócolos (brócolos, cenoura, abóbora, batata, cebola e azeite) | Rolo de carne de peru com arroz1,6,12 | Bife de frango/peru | Pera |
| Terça | Sopa de alho-francês (alho-francês, cenoura, batata, cebola e azeite) | Bolonhesa de atum1,4,6,10 | Filetes de pescada4 | Gelatina ou fruta da época |
| Quarta | Sopa de grão-de-bico (grão-de-bico, cenoura, cebola e azeite) | Rojões à portuguesa (rojões de porco com batata aos cubos no forno) | Bife de peru/frango | Maçã golden |
| Quinta | Creme de cenoura (cenoura, abóbora, batata, cebola e azeite) | Bolinhos de bacalhau no forno com salada camponesa1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,14 | Filetes de pescada1,4,6,10 | Laranja |
| Sexta | Creme de couve branca (couve, cenoura, batata, cebola e azeite) | Arroz de pato gratinado no forno com queijo7 | Bife de frango/peru | Fruta da época |
| Dia | Sopa | Prato | Opção | Dieta | Sobremesa |
|---|---|---|---|---|---|
| Segunda | Sopa de brócolos (brócolos, cenoura, abóbora, batata, cebola e azeite) | Rolo de carne de peru com arroz1,6,12 | Posta de pescada assada com batata e macedónia4 | Bife de frango/peru | Pera |
| Terça | Sopa de alho-francês (alho-francês, cenoura, batata, cebola e azeite) | Bolonhesa de atum1,3,4 | Feijoada de carnes com legumes | Filetes de pescada4 | Gelatina ou fruta da época |
| Quarta | Sopa de grão-de-bico (grão-de-bico, cenoura, cebola e azeite) | Rojões à portuguesa (rojões de porco com batata aos cubos no forno)4,8,12,13 | Fogonero estufado com puré misto4,7,12 | Bife de peru/frango | Maçã golden |
| Quinta | Creme de cenoura (cenoura, abóbora, batata, cebola e azeite) | Bolinhos de bacalhau no forno com salada camponesa1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,14 | Tirinhas de alcatra estufadas com cogumelos e massa fusilli tricolor1,3,6,10 | Filetes de pescada1,4,6,10 | Laranja |
| Sexta | Creme de couve branca (couve, cenoura, batata, cebola e azeite) | Arroz de pato gratinado no forno com queijo7 | Filete de tilápia envolto em farinha amarela no forno com arroz de tomate1,4 | Bife de frango/peru | Banana |
| Dia | Sopa | Prato | Sobremesa |
|---|---|---|---|
| Segunda | Sopa de brócolos (brócolos, cenoura, abóbora, batata, cebola e azeite) | Bife de peru grelhado com arroz | Pera |
| Terça | Sopa de alho-francês (alho-francês, cenoura, batata, cebola e azeite) | Bolonhesa (massa sem glúten) de atum4,6 | Gelatina ou fruta da época |
| Quarta | Sopa de grão-de-bico (grão-de-bico, cenoura, cebola e azeite) | Rojões à portuguesa (rojões de porco com batata aos cubos no forno)4,8,13 | Maçã golden |
| Quinta | Creme de cenoura (cenoura, abóbora, batata, cebola e azeite) | Pescada assada com salada camponesa4 | Laranja/clementina |
| Sexta | Creme de couve branca (couve, cenoura, batata, cebola e azeite) | Arroz de pato gratinado no forno com queijo7 | Fruta da época |
| Dia | Sopa berçário | Sopa | Prato | Sobremesa |
|---|---|---|---|---|
| Segunda | Sopa de brócolos com frango | Sopa de brócolos | Tirinhas de frango estufadas com arroz branco | Maçã golden |
| Terça | Sopa de cenoura com solha4 | Sopa de cenoura | Filetes de solha assados ao natural com batata cozida4 | Banana |
| Quarta | Sopa de curgete com carne de vaca | Sopa de curgete | Carne de vaca picada com arroz e cenoura | Pera |
| Quinta | Sopa de feijão branco com pescada4 | Sopa de feijão branco | Filetes de pescada assados lascados com massa cotovelinhos1,4,6,10 | Laranja |
| Sexta | Sopa de alho-francês com frango | Sopa de alho-francês | Arroz com frango desfiado e cenoura | Maçã starking |
| Dia | Sopa | Prato | Dieta | Sobremesa |
|---|---|---|---|---|
| Segunda | Sopa de brócolos | Tirinhas de frango estufadas com cenoura raspada e arroz | Bife de frango grelhado ao natural com arroz | Maçã golden |
| Terça | Sopa de cenoura | Filetes de solha assados no forno com batata assada4 | Filetes de solha assados ao natural com batata cozida4 | Banana |
| Quarta | Sopa de penca | Chili de carne de vaca com feijão vermelho e arroz | Carne de vaca aos cubos estufada ao natural com arroz branco | Pera |
| Quinta | Sopa de feijão branco | Filetes de pescada assados com massa cotovelinhos1,4,6,10 | Posta de pescada cozida com massa cotovelinhos1,4,6,10 | Maçã starking |
| Sexta | Sopa de alho-francês | Coxa de frango corada com arroz de cenoura | Coxa de frango estufada ao natural com macarronete1,6,10 | Laranja |
| Dia | Sopa | Prato | Sobremesa |
|---|---|---|---|
| Segunda | Sopa de brócolos | Tirinhas de frango estufadas com cenoura e arroz | Maçã golden |
| Terça | Sopa de cenoura | Filetes de solha assados no forno com batata assada4 | Banana |
| Quarta | Sopa de penca | Chili de carne de vaca com feijão vermelho e arroz | Pera |
| Quinta | Sopa de feijão branco | Filetes de pescada assados com massa sem glúten4,6,13 | Maçã starking |
| Sexta | Sopa de alho-francês | Coxa de frango corada com arroz de cenoura | Laranja |
Os números junto aos pratos indicam alergénios. A ementa pode sofrer alterações por motivos imprevistos. Consulte a plataforma eCommunity para a lista completa de alergénios e informação nutricional.
Porque educar é um caminho partilhado, esta newsletter traz-lhe as notícias, as conquistas e o que vem a seguir, semana após semana.
Utilizamos cookies de análise para perceber que conteúdos interessam mais às famílias. Só são ativados se aceitar. Pode recusar sem qualquer consequência.